Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10071/6372
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dc.contributor.authorAlmeida, Eugénio Costa-
dc.date.accessioned2014-01-31T10:58:30Z-
dc.date.available2014-01-31T10:58:30Z-
dc.date.issued2014-01-31-
dc.identifier.other314-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10071/6372-
dc.description.abstractFaçamos uma nota prévia; na passada semana um navio grego de pavilhão liberiano, carregado de crude da Sonangol, foi dado como desparecido. Perspectivou-se, naturalmente, que o referido petroleiro poderia ter sido sequestrado por eventuais piratas marítimos com a agravante que a ter acontecido o facto teria ocorrido a cerca de 7,5 milhas (cerca de 11 kms) da cidade de Luanda, ou seja, em plenas águas territoriais angolanas (o limite é de 12 milhas, cerca de 19,5 kms, ao contrário da zona económica exclusiva que é de 200 milhas).por
dc.language.isoporpor
dc.publisherNovo Jornalpor
dc.rightsopenAccess-
dc.subjectPirataria Marítimapor
dc.subjectAngolapor
dc.subjectÁfricapor
dc.titleAngola e a pirataria marítima no Golfopor
dc.typecontributionToPeriodicalpor
degois.publication.firstPage22por
degois.publication.lastPage22por
degois.publication.issue314por
degois.publication.locationLuandapor
degois.publication.titleNovo Jornalpor
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